sábado, 28 de março de 2009

Crítica dos filmes "Viagem ao Centro da Terra" e "Meu Cachorro Skip"


Várzea Grande-MT, 25 de Março de 2009. 06:25PM.

...Mais um post inútil...


Devido a alguns erros gravíssimos tive minha conta do Adsense cancelada. Isso porque já havia lido dicas e mais dicas do que deveria ou não fazer. Pelo visto terminarei o mês com uma quantia bem menor de filmes vistos, em relação aos últimos quatro meses – se passar de 60, será lucro. Falando nisso, até o presente momento, não consegui juntar filmes realmente notáveis p/ o top 10.



Logo após o almoço conferi o fraquinho Viagem ao Centro da Terra (Journey to the Center of the Year, 2008). a causa/razão/motivo/circunstancia da concepção do filme certamente foi p/ justificar a melhorada nos efeitos em 3D, coisa que só poderei ver a partir de 03 de Abril na cidade onde moro (Estréia da animação Monstros vs Alienígenas). Mas quer saber: é pouco provável que tal tecnologia ajudaria significativamente no resultado final. De início iria pular os comentários dessa fita/ falar sobre outro mais interessante.

Não tenho vergonha de chorar em filmes. Obviamente tenho um conhecimento prévio a respeito da formula (infalível) p/ se conseguir arrancar lagrimas do espectador. Atualmente uma que faz muito sucesso é a dos dramas envolvendo amáveis, resistentes e fieis cães e seus donos – crianças com dificuldades p/ fazer amigos, naturalmente. Não é meu forte esse tipo de historia, apesar de ter um carinho imenso por Winn-Dixie(2005), de Wayne Wang. Mesmo não sendo o melhor do (sub)gênero me cativou o enredo de Meu Cachorro Skip(My Dog Skip, 2000), mostrando a transformação que o cãozinho Skip traz a vida do rejeitado e sonhador Willie Morris (Frankie Muniz, encantador), cujo grande ídolo e “verdadeiro amigo” é um rapaz mais velho prestes a embarcar p/ o front (1942: o auge do recrutamento de jovens durante a 2° Guerra mundial). Não ajuda muito na dinâmica familiar o comportamento super protetor e autoritário do pai (interpretado por Kevin Bacon), que mesmo relutante aceita a permanência de Skip, dado de presente pela esposa (Diane Lane).

Não é nova a historia, muito menos as situações passadas, com direito a menções sobre segregação racial. Mas por que chorei no filme? Seria a franqueza e simplicidade da trama (gostei da revelação do personagem interpretado por Luke Wilson), captando de maneira charmosa e nostálgica o adorável dia-a-dia dos tempos de pré-adolescência? Talvez seja meu “coração mole” p/ esse tipo de fita. Uma ótima pedida.

trailer de Viagem ao Centro da Terra aqui
trailer de Meu Cachorro Skip aqui


Voto amanha p/ comentar uns Westerns interpretados por Clint Eastwood. Um abraço a todos e até mais.


Cindi Lauper - Cindi Lauper _ Os Goonies!

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Crítica do boboca Osmosis Jones


Várzea Grande-MT, 24 de Março de 2009. 18:40PM.

...Mais um post inútil...


Algumas horas antes de ir p/ o curso pré-vestibular, elaborei uma sala de bate-papo no MSN p/ a turma que estuda junto comigo poder ter um lugar alternativo p/ conversar durante o tempo fora da sala de aula. Lembro-me de ter visto pela primeira vez o aplicativo Messenger Group Chat uns 15 meses atras. Sempre gostei dessa ferramenta da gigante de comunicação instantânea, até porque simplifica a ideia de adicionar vários e vários contatos sem necessidade. Por falar nisso, não tenho entre os meus contatos camaradas blogueiros (Kamila, Louis, Mayara, Johnny, Ibertson, Red Dust...). Espero adicioná-los o quanto antes.

Aproveitei o tempinho extra disponível p/ conferir dois DVDs:

Consegui ver um longa de animação dirigido por Bobby e Peter Farrely, Osmose Jones (Osmosis Jones, 2001). Recordo-me da época de lançamento em DVD no ano de 2002 (mesma época que comecei a trabalhar no setor). Tinha ficado muito curioso p/ conferi-lo: pelo trailer aparentava ser divertidíssimo a historia de um homem porcalhão, adepto do sedentarismo, que traça todo e qualquer tipo de comida sem o mínimo de cuidados – justamente num desses descuidos, ao ingerir um ovo quase comido por um chimpanzé, contrai um vírus fatal dias depois. Não que seja ruim; a comparação do corpo humano com uma cidade caótica (assim como a saúde do protagonista), cujo vias de acesso sempre congestionadas, alem das representações de herois e vilões (bacterias e glóbulos brancos, respectivamente) são um prato cheio p/ os experts em nojeira e vulgaridade injetarem algumas cenas divertidamente desagradáveis (gostei da “Rave” feita em uma espinha). Na verdade talvez seja o único longa dos diretores com certo tipo de mensagem aproveitável ao publico infantil. Talvez o motivo de não ter apreciado mais tenha sido o tempo e as criticas não favoráveis – sem muita razão, diga-se. Ainda assim, vale uma conferida.


E mais um filme sobre o universo colorido das Drag-Queens, apesar desse não alcançar o mesmo nível estratosférico de Priscilla – A Rainha do Deserto ou a simpatia radiante de Para Wong-Foo. Entretanto Connie e Carla: As Rainhas Da Noite (Connie e Carla, 2004) diverte bem mais que algumas comedias recentes. As talentosas Nia Vardalos e Tony Collete interpretam, respectivamente, as azarentas e inseparáveis amigas Connie e Carla. Foragidas de assassinos, ao se disfarçarem de homens em uma pouco frequentada boate gay onde ocorrem regularmente Shows de Drag Queens, aos poucos vão ganhando a simpatia do publico local. Referencias a Cabaret, Rogers & Hammerstein e Andrew Lloyd Webber, trama um tantinho irregular porem divertida cujo roteiro é assinado por Vardalos e é claro, a presença sempre agradável de Tony Collete (a maquiagem dela ficou hilária), colocam o filme entre os poucos e bons do (sub)gênero. Assista.

trailer de Osmose Jones Aqui
trailer de Connie e Carla Aqui

Volto amanha p/ comentar um pouco sobre Meu Cachorro Skip. De antemão peço desculpas pelos posts sem regularidade e pela ausência nos blogs do pessoal da lista. Acreditem: é por uma boa causa. Um abraço a todos e até mais.

R.E.M. - It´s the end of the world as we know it (and I feel fine)

quarta-feira, 25 de março de 2009

Crítica do clássico do expressionismo Metrópolis e do bobinho Hancock




Várzea Grande-MT, 23 de Março de 2009. 07:02PM.

...Mais um post inútil...



Fechei domingo com um dos prováveis inclusos no Top 3 do mês. Sempre que lia uma ou outra publicação sobre ficção científica via o título Metrópolis (idem, 1927), de Fritz Lang citado como um os mais influentes na historia do cinema. Verdade seja dita: só mesmo assistindo p/ comprovar a excelência desse importante longa cuja trama retrata com veemência e senso critico temas como a opressão e o interminável embate entre classes sociais. Em Metrópolis, p/ se aproximar de uma jovem professora de origem pobre, um jovem rapaz decide abandonar a família rica e se tornar mais um dos inúmeros operários – esses trabalham arduamente noite e dia p/ manter a boa vida dos pouquíssimos favorecidos da cidade, incluso a família dele, que mora em um luxuoso e sofisticado apartamento, nos diversos arranha-céus de Metrópolis. Infelizmente a versão disponível certa quantidade do material original foi perdida (no caso, substituídas por uma breve narração). Alem do não envelhecimento da obra, as discussões sobre os “favorecidos” talvez tenha ganhado uma maior significância nos dias atuais, onde para a infelicidade de muitos, prevalece a lei do poder financeiro. É praticamente certo que a ideia fictícia, passada no ano de 2026 se concretize no mundo real: trabalho, trabalho e trabalho... E mais trabalho ainda. Obrigatório.


Acreditem ou não, só consegui assistir Hancock hoje. Colocava o disco esporadicamente na videolocadora e ora e outra via um trechinho sem dar muita atenção. Cheguei um pouco mais cedo no trabalho p/ conferi-lo sem pausas, e quer saber: não dou muita razão a certos comentários do tipo “um dos piores do ano”. Diverti-me horrores nessa produção comandada por Peter Berg (do também hilário Bem-vindo A Selva) que conta a historia do odiado, bagunceiro e beberrão super-herói Hancock. Aceitando a ajuda de um fracassado relações publicas (Jason Bateman). Após ser salvo por Hancock, tenta convencer a população de Los Angeles da utilidade e boa vontade do Herói. Muito se falou da 2° metade da fita, principalmente pelo fato da perda de ritmo do enredo, o que é verdade. Contudo isso não chega a derrubar de maneira catastrófica a qualidade da muito bem cuidada produção com boas sacadas: as cenas de ação lembram flagrantes captados por câmeras caseiras a la Youtube. O carisma de Will Smith, como sempre, dá o tom divertido do longa, anulando até a fraca presença da linda Charlize Theron. Percebi uma coisa chata: não poderia escolher outra arte de capa p/ o DVD? Quem assistiu sabe do spoiler contido. De qualquer forma, um passatempo de 1°.

Volto amanha p/ outros comentários. Um abraço a todos e até mais


KISS - Detroit Rock City

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terça-feira, 24 de março de 2009

Crítica do ótimo Darkman - Vingança sem Rosto




Várzea Grande-MT, 24 de Março de 2009. 01:25PM.

...Mais um post inútil...

Dia complicadíssimo ontem. Começou uma forte chuva pouco após minha postagem por aqui. Por pouco que a enxurrada não invadiu minha casa por completo (imaginem o trabalho que deu depois...).


Pela noite refresquei a memória assistindo a aventura Darkman – Vingança sem Rosto (Darkman, 1990), de Sam Raimi. Lembrava-me muito pouco da historia do cientista que tem o rosto desfigurado em decorrência de um ataque feito por alguns bandidos. Trabalhando em um tipo avançado de cirurgia plástica, Peyton Westlake (Liam Nesson) decide vingar se utilizando de uma avançada técnica de cirurgia plástica, trocando a face periodicamente, alem de tentar reaver os laços com a antiga companheira (Frances McDormand). Tratado de maneira frenética e propositalmente exagerada, Darkman funciona muito bem como diversão escapista(não chega a ter a mesma seriedade empregada nas atuais adaptações de HQ's para os cines). Notável trabalho de maquiagem, bons atores (fora McDormand, que não funciona como interesse romântico) vilões caricatos, ação de qualidade e uma ponta de Bruce Davison. Caso não conheça, descubra esse herói.

Já avisando que provavelmente ficarei alguns poucos dias sem internet. Motivo: falta de pagamento da conta. Caso consiga, amanhã escrevo um pouco sobre o divertidíssimo Hancock e o imponente Metrópolis. Um abraço a todos e até mais.
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segunda-feira, 23 de março de 2009

A Agenda Secreta do Meu Namorado: O melhor filme de Brittany Murphy; Sugestão de filmes com Temática GLS: Três Formas de Amar


Várzea Grande-MT, 23 de Março de 2009. 12:12PM.

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Só não postei minhas impressões sobre A Agenda Secreta do meu Namorado (Little Black Book, 2004) porque o assisti em dois períodos, não, o filme não estava ruim ou lerdo... Mas é que precisava acordar cedo p/ ir ao curso pré-vestibular. Reconheço que gosto bastante das performances de Brittany Murphy (Sin City, Recém-Casados...), uma atriz de talento subestimado apesar de não ter as mesmas oportunidades que um monte de bonitinhas dos cines (ponto p/ ela).

Na divertida comedia, Brittany interpreta a produtora associada Stacy Holt. Durante uma reunião com a equipe responsável por um show de TV a la Marcia Goldsmith, na busca de novas ideias, Stacy propõe um tema curiosamente pouco explorado: o que os homens guardam de tão importante em seus Palmtops?. Detalhe: a inspiração veio da desconfiança dela com relação ao companheiro de longa data (interpretado por Ron Livingston). Apesar do assunto já ter sido mais bem explorado (que o diga o seriado 30 Rock), A Agenda Secreta consegue destaque especialmente pelo bom elenco de coadjuvantes (Kathy Bates e Holly Hunter, sempre formidáveis). Brittany da um tom diferenciado ao desenvolver com eficiência as tradicionais neuroses femininas quando se trata da velha tentativa de entender o porquê da omissão masculina (p/ não dizer outra coisa, hehehe:P). No fim, volta-se a conclusão de sempre: viver uma relação afetuosa só com o intuito de satisfazer as vontades do companheiro (a) dificilmente traz finais felizes. Ou não!!!. Nora Ephron ficaria satisfeita.
ah sim! outra coisa jóia do filme: os interlúdios musicais ao som de Carly Simon. :)

Continuando o fim-de-semana, conferi durante o expediente de sabado a adoravel comedia romântica Três Formas de Amar (Threesome, 1994). estilosa e com boa trilha sonora, a inusitada historia narra a nada habitual amizade “colorida” entre dois colegas de quarto – Stuart (Stephen Baldwin), belo, arredio e falastrão e Eddy (Josh Charles), culto, indeciso e virgem – e Alex (Lara Flynn Boyle, a melhor personagem), recem-chegada academica de artes, obrigados a dividirem a mesma quitinete e, com o passar do tempo, virando alvo de gozação entre os vizinhos de pensão. Primeira coisa que pensei: provavelmente terá varias cenas tórridas de menage a trois. Segundo: o roteiro servirá basicamente como bucha de canhão, já que o importante nesse tipo de filme são outras características. Agradável engano: o simpático enredo desenvolve abertamente e de maneira bem humorada, não só as incógnitas do primeiro amor (Eddy não consegue ficar com Alex sem que o amigo Stuart esteja por perto) como também das escolhas que definem p/ sempre o carater de uma pessoa, normalmente decididas durante os excelentes (pelo menos a mim, até agora) vinte e poucos anos. Alex, que Gosta de Eddy, que Gosta de Stuart e Alex. O amor e suas razões malucas.

Esta chovendo horrores agora. Deixo minhas impressões sobre Metrópolis p/ amanha. Abraço a todos e até mais.

ouça:

Carly Simon - Nobody does ir better

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domingo, 22 de março de 2009

4° Semana de Março, Fritz Lang, Murnau e Zapata.

Várzea Grande-MT, 22 de Março de 2009. 11:37AM.



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Poucos porem, importantíssimos filmes nessa 4° semana de Março. Da lista anterior, só Bonequinha de Luxo (Breakfast on Tiffany’s, 1961) que tentei ver. Tentei porque o sinal de minha TV estava terrível(falhando muito). Faltando 45 minutos p/ terminar a sessão parei de assistir. Fica p/ a próxima. Na lista de hoje, destaque p/ as obras de Elia Kazan e F. W. Murnau. La vai:


22/03/2009:


Metropolis (Idem, 1927), de Fritz Lang.

Com: Gustav Fröhlich e Alfred Abel.


clipe


Telecine Cult, 22:00




26/03/2009:


Sinbad e a Princesa (Seventh Voyage of Sinbad, 1958), de Nathan Juran.

Com: Kerwin Mattheus e Kathryn Grant.


clipe


TCM Classic Hollywood, 14:00.



Meu Amigo Harvey (Harvey, 1950), de Henry Koster.

Com: James Stewart e Josephine Hull.


Oscar e Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Josephine Hull). Indicado p/ o Oscar e Globo de Ouro na categoria melhor ator (Stewart).


clipe


TCM Classic Hollywood, 23:40.



28/03/2009:


Nosferatu (Nosferatu: Eine Symphonie dês Graunes, 1922), de F.W. Murnau.

Com: Max Schreck,e Gustav Von Vangenheim.


clipe


Telecine Cult, 09:20



Viva Zapata! (idem, 1952), de Elia Kazan.

Com: Marlon Brando, Jean Peters, Mildred Dunnock e Anthony Quinn.


Oscar de melhor ator Coadjuvante (Quinn). Indicado em outras 4 categorias, incluindo melhor ator (Brando) e melhor roteiro original. indicado ao Globo de Ouro na categoria melhor atriz coadjuvante (Dunnock).


trailer




Volto amanha p/ comentar sobre alguns do fim-de-semana. abraço a todos, bom domingo e até mais.

sábado, 21 de março de 2009

James McAvoy é O Procurado


Várzea Grande-MT, 20 de Março de 2009. 06:32PM.



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Pouca coisa interessante no dia. Com o fim-de-semana chegando, terei um tempinho extra p/ postar o desafio “Reformulação do Oscar”. A premiação a ser comentada corresponderá ao ano de____. Gostaria de propor algo p/os colegas blogueiros, mas ainda estou pensando em como transmitir a ideia. Também estou preparando algo jóia para o mês de Abril. Aguardem... Vamos aos filmes?



Assim como ontem, conferi dois filmes, sendo um revisto:


Seria ousado dizer que O Procurado (Wanted, 2008), de Timur Bekmambetov é um dos melhores “filhotes” de Matrix??. O incrível – e bota incrivel nisso – longa de ação fixa a atenção no insignificante e mal tratado contador Wesley Gibson (James McAvoy, de Amor e Inocência), recrutado de surpresa por uma milenar fraternidade de assassinos e de inicio, treinado por uma bela mentora, Fox(Angelina Jolie, repetindo os trejeitos de Tomb Raider). O fato transforma completamente a vida de Gibson que, aos poucos, vai descobrindo habilidades que nem ele mesmo imaginava possuir (um tiro certeiro na asa de uma mosca!!!). Já conhecia alguns dos filmes que revelariam o talento do diretor de Guardiões da Noite, tratando suas obras com notável apuro visual. Ainda assim fiquei estupefato devido a boa adaptação da trama (inspirada em uma HQ pouco conhecida) e principalmente por toda a concepção técnica do longa, trazendo ao publico(sem exageros) as melhores cenas de ação do ano que passou – acidentes de trem, atiradores de elite fora do comum e tiros que fazem curva(?!?!?!),só p/ citar uns exemplos. Nem preciso dizer que não recomendo o filme aqueles que detestam cenas que desrespeitam as leis da física. Mas sinceramente: é esse tipo de coisa que dá credibilidade a esse tão amado e idolatrado gênero (ao menos p/ mim). James McAvoy como o protagonista Gibson, prova também que tem carisma de sobra p/ segurar com firmeza filmes direcionados p/ públicos mais vastos (não me lembro dele trabalhando em fitas de sucesso entre o grande publico). Só a cena do tiroteio com direito ao choque de duas balas já vale a conferida – ou não!!!. e que venha a continuação...







logo após assisti um curioso longa premiado em Sundance, inspirado em fatos verídicos chamado Tolerância Zero(The Believer, 2001). O talentosíssimo Ryan Goslin interpreta o skinhead Danny Balint. Com o passar dos anos, Balint, que frequentava uma escola judia em Nova York, torna-se um adulto violento e pregador do anti-semitismo, mesmo que por as vezes se sinta inseguro com as atitudes praticadas. Lembra muito A Outra Historia Americana (American History X, 1998), tanto na concepção crua quanto na ideologia perigosa, apesar de não ter a mesma verve que a fita estrelada pelo nomeado ao Oscar Edward Norton. Contudo, retrata com franqueza o velho assunto sobre a intolerância aos judeus, focando com mais precisão nas discussões acerca das razoes que levaram a tal nefasto comportamento. Uma grata surpresa do mês, com direito a boa participação do pavoroso Billy Zane (hehehe :P).



Enquanto escrevia esse texto, assistia a trechos do musical Across the Universe. Cada vez que me deparo c/ a fita, confirmo mais e mais minhas impressões: um belíssimo trabalho técnico prejudicado por uma trama irregular cujo principal atrativo – as canções dos Beatles – é inserido de maneira um tanto bagunçada. Ainda assim, um bom filme. Volto amanha p/ postar minha seletiva de filmes na TV paga da semana. Um abraço a todos, um bom fim-de-semana (ufff!) e até mais.

ouça:

Bee Gees - Bee Gees - More than a woman - Cigana Luiza

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sexta-feira, 20 de março de 2009

Rede De Mentiras: uma guerra inútil contra o terrorismo


Várzea Grande-MT, 19 de Março de 2009. 07:02PM.



...Mais um post inútil...





O post sobre o Adsense pelo visto teve boa repercussão de alguns camaradas. Quem dera se tivesse 500 visitas diárias, como Red Dust falou. Por enquanto sigo o conselho do colega Johnny e de muitos outros Blogueiros: quer aumentar o numero de frequentadores de sua pagina? Simples: visite o website deles. Comente. Atualize toda semana (se puder todos os dias), entre outras coisas. Vamos aos filmes.





Hoje um inédito e um revisto.


Surpreendeu-me muito A Mão do Diabo (Frailty, 2001), primeiro trabalho do ator Bill Paxton como diretor. Enredo imprevisível e um tanto paranóico, boas atuações (destaque p/ os dois garotinhos) e principalmente com um clima que remete a alguns clássicos dos anos 60/70. Um pacato homem tem a vida transformada depois de receber uma missão de Deus: eliminar demônios que vivem na Terra disfarçados de pessoas aparentemente comuns. Paro por aqui a sinopse. Uma palavra p/ o filme: perturbador.




Aproveitando o fraco movimento em decorrência de uma intensa chuva, revi o thriller Rede De Mentiras (Body of Lies, 2008). A produção assinada pelo seguro Ridley Scott tem um inicio promissor, mostrando uma espécie de monólogo de um dos personagens principais a respeito da inutilidade da guerra. Mesma com todas as opções disponíveis, os ditos favorecidos sempre estarão um passo atrás do “inimigo”: a capacidade de adaptação do ser humano, independente da situação, sempre será gigantesca. O sempre eficiente Leonardo Di Caprio interpreta Roger Ferris, um agente de campo recolhendo informações que possam capturar um grupo terrorista, localizado no Iraque, responsável por múltiplos atentados à bomba em diversos países. Guiando Ferris via satélite esta o astuto Ed Hoffman (Russel Crow, gordo e envelhecido). conforme o perigo aumenta, Roger Passa cada vez mais a desconfiar das decisões do líder, alem de questionar sobre o verdadeiro propósito do trabalho pelo qual foi designado. Apesar de cair no lugar comum a partir da segunda metade, Rede de Mentiras mantém a atenção principalmente pelo ritmo frenético (pulei da cadeira na cena em Amsterdam), da impecável parte técnica e em especial, do bom duelo Di Caprio vs Crowe. Confira






é bem provável que escreva amanha sobre O Procurado (Wanted, 2008), filme-viagem do ano passado (hehehe :P). Um abraço a todos, boa sexta-feira e até mais.

Ouça:


Coldplay - Talk ( Old Version )

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quinta-feira, 19 de março de 2009

Monetize seu Blog com Google Adsense


Várzea Grande-MT, 18 de Março de 2009. 07:12PM.



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Faz dois meses que inseri no blog as propagandas do Google Adsense, dito por muitos como uma ótima opção p/ rentabilizar um site. Funciona da seguinte maneira: cada vez que um visitante clica em um dos anúncios (reparem no final de cada post), a gigante Google me repassa uma porcentagem sob essa divulgação. Há “Causos” de pessoas que conseguiram 4 dólares com um único click, sendo que, normalmente, os ganhos não passam de 0.12 cents. Outra regra: quem o tem não pode clicar na própria propaganda, já que a equipe de segurança da google identifica facilmente de onde vieram os usuários (a penalidade é o cancelamento do serviço). Complementando o que disse no inicio até o momento conseguir juntar meros US$8,87. Só posso reivindicar o pagamento para a Google quando o valor ultrapassar os 100 dólares. Resumindo: é imprescindível um razoável n° de visitantes p/ aumentar mais rápido os ganhos. Fica a dica p/ os colegas blogueiros de inserirem essa ferramenta, até porque 245 reais no mínimo ajudaria a completar pagamentos como internet e TV Paga. Vamos aos filmes.



Hoje pela tarde, dois filmes em DVD.






Já ouvi falar bastante a respeito da adaptação p/ os cines de uma conhecida obra assinada por Stephen King: o terror Cujo (idem, 1983). Falando francamente, imaginei que tivesse uma historia mais tensa. Após ser atacado por um morcego raivoso, o dócil Cujo, um cachorro da raça São Bernardo sofre uma “terrível” transformação e passa a atacar todos que aparecem pela frente, incluindo Donna (Dee Wallace, de E.T.), uma dona-de-casa frustrada, dona do cachorro. Não chega a ser absurdo o enredo... Absurdo é notar a vulnerabilidade dos personagens e o visual mal-trabalhado do Cão assassino. Pffff!! Ao menos diverte um pouquinho.






Em seguida, conferi Fantasmas de Marte (Ghosts of Mars, 2001), um dos últimos trabalhos do mestre John Carpenter na direção. Durante um depoimento, uma tenente da policia nomeada p/ prender um perigoso criminoso em Marte, narra os acontecimentos estranhos envolvendo mineradores possuídos. Muitos já devem conhecer artimanhas do cineasta Carpenter na elaboração das cenas de ação, visivelmente feitas c/ o mínimo de gastos, dentro de gigantescos complexos, propositalmente exagerado e divertidamente trash. Vale uma conferida, principalmente devido ao famoso elenco, canastrões e muito a vontade. Não é todo dia que temos a oportunidade de ver a cabeça de Pam Grier espetada no deserto vermelho. :P





ah sim! Iria fazer um comentário sobre o longa A Agenda Secreta do meu Namorado, mas fica p/ amanha. Lembrei que preciso conferir um outro sucesso de Brittany, Grande Menina, Pequena Mulher (Uptown Girls, 2003). espero ter tempo p/ ver também A Mão do Diabo, de Bill Paxton. Será que é bom? Um abraço a todos, boa quinta-feira e até mais.


ouça:





Simon & Garfunkel - Bridge over troubled water

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quarta-feira, 18 de março de 2009

A Sombra de Um Homem: Val Kilmer em grande atuação


Várzea Grande-MT. 17 de Março de 2009. 07:43PM.



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Sabe-se la quando me acostumarei a acordar com disposição a partir das 05:30 da matina. Notei que dos 300 alunos em sala do cursinho, 75% são mulheres. Vai entender a causa/motivo/razão/circunstancia do desinteresse da classe masculina em relação aos estudos (não generalizando, é claro). Falando francamente nunca me vi estudando em uma faculdade privada. Não consigo imaginar ganhando 600 reais e pagando a mesma quantia mensalmente. E o dinheiro do vale-transporte e custos adicionais? E a ajuda em casa??Admiro aqueles que assim o fazem. É como minha mãe sempre nos disse: filho de pobre tem de se esforçar p/ conseguir estudar em uma universidade publica. Se é difícil? Muito, mas nunca impossível. Serão oito meses de preparação, sem custos com materiais de estudo ou mensalidades. Vendo que minha situação financeira ficará pior a partir de Junho, já começo a cogitar cortes no orçamento e, p/ minha tristeza, o primeiro serviço a ser cortado da lista é a TV paga. Quem sabe se algo de bom não aconteça nesses próximos 90 dias...



Hoje dois filmes conferidos em DVD:



O que posso dizer do policial A Sombra de um Homem (The Salton Sea, 2002), com Val Kilmer? De inicio, esta muito longe de ser um filme fraco. O enredo, bastante similar às fitas de Guy Ritchie, narra às desventuras do trompetista e junker Danny Parker – ou Tom Van Allen, isso nem o próprio personagem sabe direito -, e sua relação com policiais do FBI, companheiros de assalto e drogas e gangsteres excêntricos (o melhor deles é Pooh-Bear um viciado com nariz amputado de tanto consumir cocaína, interpretado por Vincent D'Onofrio), após a perda da mulher. Dirigido pelo até então pouco conhecido D.J. Caruso (Controle Absoluto, 2008) tendo a disposição um leque de quase-famosos (Peter Sasgaard, Luis Gusmán, Adam Goldberg, Deborah Kara Unger, Meat Loaf, R. Lee Ermey...) e de enredo cheio de reviravoltas – do tipo,saiu p/ uma água, perdeu toda compreensão – A Sombra merece uma conferida.


Certa decepção com o suspense Sociedade Secreta (The Skulls, 2000), do fraquinho Rob Cohen (Velozes e Furiosos, 2001). É de conhecimento de alguns que grandes líderes das mais diferentes áreas do conhecimento, durante o período de suas respectivas formações acadêmicas tenham passado por fraternidades cuja seleção de admissão era rigorosíssima. Usando essa base, o enredo fixa a atenção em Luke McNamara, jovem abastado que enxerga na Sociedade secreta Skulls uma chance de abandonar em definitivo as dificuldades da vida. Logo depois de ser aceito, seu colega de quarto é encontrado morto. Luke passa a duvidar da integridade da fraternidade e decide investigar por conta o aparente suicídio do amigo. Não bastasse o inexpressivo desempenho do elenco (fora Craig T. Nelson como líder-mor da Skulls), Sociedade Secreta erra justamente no tom da trama: uma base até curiosa, desenvolvida de maneira banal e previsível. Vai entender a razão do relativo sucesso da fita...


Volto amanha p/ comentar sobre um trabalho da subestimada Brittany Murphy. Boa quarta-feira a todos e até mais.
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terça-feira, 17 de março de 2009

Willard: o Amigo das Baratasr.

Várzea Grande-MT, 16 de Março de 2009. 11:28PM.


...Mais um post inútil...



Um fim-de-semana agradável. Como meu aniversario cai sempre na Quaresma, normalmente minha família não faz nenhum tipo de festa vistosa. Para quem desconhece, os 40 dias que antecedem a Páscoa são lembrados pelo Cristão/Católicos como período de penitência e meditação. Ainda assim, como sempre, minha mãe preparou um farto e delicioso jantar no ultimo sábado. Voltando aos filmes...




No domingo, dois conferidos em DVD:


Sempre relutei em assistir o drama/musical No Balanço do Amor (Save the Last Dance, 2001), filme cujo sucesso nos cines gringos ajudou na carreira da simpática Julia Stiles (A Identidade Bourne, 2002). Aqui ela interpreta Sara, jovem bailarina que apos perder a mãe, é obrigada a se mudar p/ casa do pai, localizada em um dos bairros mais violentos de Chicago. Através da amizade com Chenille (Kerry Washington), colega de escola, Sara é apresentada as baladas noturnas da área, sempre pontuadas com Hip-Hop e na busca p/ se ajustar ao novo ambiente, recebe a ajuda de Derek (Sean Patrick Thomas), irmão de Chenille, cuja aproximação é vista com maus olhos por muitos. Parece-me que o filme foi indicado p/ vários prêmios no famoso MTV Movie Awards. Apesar de não trazer nada de novo, ao menos No Balanço não aborrece ou constrange como muitos do gênero. Assista por curiosidade.

trailer

Logo após um treino com a banda Consumidores, assisti ao bom suspense A Vingança de Willard (Willard, 2003). o surpreendente Crispin Glover interpreta o personagem-título, um estranho homem que vive junto com a moribunda mãe em uma imensa e mal-cuidada casa, alem de sua afeição com incontáveis – e assassinos – ratos. Após saber que perderá não só seu emprego como também a casa (deixada de herança pelo pai), Willard arquiteta um plano contra seu patrão. Remake de um pouco conhecido terror dos anos 70, o filme capta com precisão elementos de enredo e visual remetentes a suspenses Hitchcockianos – dificilmente vi uma infestação de ratos nos cines de maneira tão nojenta. Ponto p/ James Wong e Glen Morgan (produção e roteiro, respectivamente). Prestarei mais atenção aos trabalhos do saudoso “Geroge McFly”, Crispin Glover, assustadoramente insano como Willard. Ponto p/ ele também.

trailer



Volto amanha com mais comentários. Não sei se estarei postando diariamente por aqui a partir dessa semana, devido ao inicio do curso pré-vestibular. UFMT, aqui vou eu!!!. Abraço a todos, boa terça-feira e até mais.

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domingo, 15 de março de 2009

Steve Soderbergh, Easter, Tiffany's e em DVD.

Várzea Grande-MT. 15 de Março de 2009. 03:18AM.


...Mais um post ínutil...




entre os selecionados, um que espero retirar de minha "Lista da Vergonha". la vai:



19/03/2009:


00:00 – Bubble (idem, 2005), de Steve Soderbergh

Indicado p/ melhor diretor no Independent Spirit Awards.


trailer


14:00 – Desfile de Páscoa (Easter Parade, 1948), de Charles Walters

Com: Judy Garland, Fred Astaire e Peter Lawford.

Oscar de melhor trilha original. premio de melhor roteiro no Writers Guild of America.


clipe



21/03/2009:


13:20 – Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany’s, 1961), de Blake Edwards.

Com: Audrey Hepburn, Stanley Adams e Mickey Rooney.

Oscar de melhor trilha original e melhor canção Original. indicado em outras 3 categorias, incluindo melhor atriz (Audrey). Nomeado p/ dois Globos de Ouro: melhor filme-comedia/musical e melhor atriz (Audrey Hepburn).


trailer



obs: as vezez, as emissoras mudam repentinamente o horario da programação de filmes. espero que dessa vez não o aconteça. :)





Como lhes disse dias antes, vou começar a participar de um curso pré-vestibular no período matutino. Poderia colocar mais filmes, porem, o sinal de minha TV por assinatura saiu fora-do-ar(não foi por falta de pagamento :P), com possibilidade de retorno só na quarta próxima. Espero retornar com força total na semana seguinte. Enquanto isso darei uma garimpada nos títulos mais antigos do acervo do lugar onde trabalho. Esperem por comentários de bons longas por aqui em DVD (já bons textos não posso lhes garantir muito, hehehe :P). volto segunda-feira p/ mais comentários. Por enquanto é isso. Bom domingo a todos, um abraço e até mais.

:)

:)

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