domingo, 30 de agosto de 2009

Crítica do épico nórdico A Lenda de Grendel




Várzea Grande-MT, 30 de Agosto de 2009...

...E mais um post inútil


Antes de passar para o novo capítulo do “Bom e Descartável”, gostaria de saber se algum dos camaradas da lista de Blogs possuem Twitter. Se tiverem e quiserem me passar para que possa segui-los, ficaria agradecido. Na verdade, já acompanho umas tres pessoas por aqui (Kamila, Kau e Johnny).




Bom e Descartável.
ed.003



A Lenda de Grendel (Beowulf & Grendel, 2005).

Essa aventura traz uma leitura interessante de um conhecido poema anglo-saxão do seculo IX. Em algum lugar da Escandinávia, o corajoso guerreiro Beowulf (Gerald Butler, antes do mega-estrelato) é convocado pelo líder de uma vila que sofre com as investidas de um ogro chamado Grendel.
Sem as firulas da versão assinada por Robert Zemeckis (2007), A Lenda de Grendel tem resultado satisfatório, mesmo com a sensação de ser um pouco vago. O trabalho de cinematografia, realçando a inóspita paisagem interiorana islandesa e a presença sempre carismática de Butler (curiosamente, o ator rende muito em papeis assim) garantem a locação.





Ficha do filme no IMDB clicando aqui

li agora a pouco na página do camarada Pedro Henrique (Tudo é Crítica) uma lista com os cinco filmes preferidos do pop Quentin Tarantino (Jackie Brown, 1997). Entre os citados, tive o prazer de conferir dois: Fugindo do Inferno (1963) e Os Doze Condenados (1967). quem sabe em um futuro próximo, consiga ver os outros.

Clique aqui para ver a matéria completa.

Só lembrando que a estréia de Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds, 2009) esta marcada para outubro nos cines brazucas.


Volto em breve para mais comentários. excelente semana a todos, um abraço e até mais.

Dia do Cinéfilo Inútil. Um viva a (in)utilidade dos cinéfilos.


sábado, 29 de agosto de 2009

Crítica do excelente "Lugar nenhum na África" e do ruinzinho "Jogo Entre Ladrões"




Várzea Grande-MT, 29 de Agosto de 2009. 12:48PM...

...E mais um post inútil.


Já estou preparando a volta do quadro Fim de Semana com Filmes. Por enquanto, fiquem com duas pequenas resenhas.


Indicados e Premiados

ed. 003

Lugar Nenhum na Africa (Nirgendwo in Africa, 2001). dir: Caroline Link.


O grande atrativo desse belíssimo drama de época, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro esta nos detalhes da trama, mostrando a convivência entre nativos africanos e neocolonialistas. Interessante notar o porque da maioria dos filmes com esse tema tratarem o choque de culturas sempre do ponto de vista daqueles que se instalaram e mantiveram relações amistosas com os locais, fator chave para o “amansamento” desses (não generalizando). A familia judia Reidch consegue sair da Alemanha dois anos antes do inicio da segunda guerra mundial. Enquanto Walter administra uma fazenda, sua esposa “fresca” Jettel tenta se adaptar a nova realidade. A unica que não encontra dificuldades de convívio é a filha do casal, Regina. Essa vê na figura do cozinheiro Owuor uma especie de segundo pai. Após mãe e filha se estabelecerem junto com os nativos, Walter recebe uma proposta de retorno à terra natal.

Semelhante ao esplendoroso – e chato – Entre Dois Amores (Out of Africa, 1985), Lugar Nenhum, mesmo lento, ganha maior destaque a partir da metade final, ao mostrar a dinâmica e contradições entre judeus, ingleses e tribos locais. Vale uma conferida.

trailer



ficha do filme no IMDB clicando aqui


Esquecíveis, Inúteis e Afins.
ed. 003

Jogo Entre Ladrões (Thick as Thieves, 2009). dir: Mimi Leder.

Veja o que encontrei escrito no DVD de Jogo Entre Ladrões: “o melhor filme de roubo dos últimos tempos”. Pobre dos espectadores, até porque o quarteto principal do suspense policial é dos mais vistosos: Robert Foster, Radha Mitchell, Antonio Banderas e Morgan Freeman, esse interpretando um ardiloso ladrão de joias raras que propõe uma parceria a um criminoso meia-boca (Banderas).

O que esperar de um roteiro banal e um elenco em piloto-automático? Deixo para voces a conclusão. “o melhor filme de roubo dos ultimos tempos? Próximo, por favor!


ficha do filme no IMDB clicando aqui

volto em breve para mais comentários. um abraço a todos, bom sábado e até mais.

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Crítica do chato "Um Segredo entre nós"


Várzea Grande-MT, 27 de Agosto de 2009. 04:48AM...

...E mais um post inútil.


Aproveitarei o próximo fim de semana para entrar no Google Analytics e tentar compreender os inúmeros gráficos sobre acessos de minha página. Todos falam que é o melhor comparador de dados quando o assunto é “números de visitantes”.dias atras, consegui recuperar meu Adsense. Só espero que dessa vez não dê problemas com minha conta no Google. Peguei também algumas dicas sobre como melhorar a posição de minha pagina no pagerank. Vamos ver se agregando conteúdo em comunidades específicas (Dhitt, Via6...) melhorará o desempenho na lista.



Mais um com boas chances de ser inserido no quadro “Bom e Descartável”, porém...

Esquecíveis, inúteis e Afins


Um Segredo Entre Nós (Fireflies in the Garden, 2008). dir: Dennis Lee.

São poucos os longas dramáticos semi-biográficos conseguem ganhar notoriedade. Apesar do elenco estelar (Julia Roberts, Willem Dafoe, Ryan Reynolds, Carrie Ann-Moss e Emily Watson), Um Segredo não consegue em momento algum empolgar. Ryan interpreta Michael Waetcher, um escritor que depois de algum tempo vêm até a cidade onde passou sua infancia, para assistir a cerimonia de graduação da mãe. Para infelicidade de todos, Lisa(Julia Roberts), ao discutir com o marido Charles (Dafoe), acaba provocando um acidente de carro fatal. Tal acontecimento reacende as antigas discussões entre os familiares. Em seu novo livro, Charles pretende inserir alguns fatos da dificil relação com o pai. Lembrando vagamente Flores de Aço, Tomates Verdes Fritos, Margot e o Casamento e coisas do tipo, Um Segredo desperdiça uma boa premissa em um roteiro apático.






Li há poucas horas essa noticia: aproveitando os inúmeros boatos sobre uma possível continuação do clássico absoluto infanto-juvenil Os Goonies (1985), um site sobre (in)utilidades do mundo pop – Unique Daily – resolveu upar no Youtube um ótimo making-of do filme original. Vale a pena ver de novo esse curioso vídeo:



volto em breve para mais comentários. um abraço a todos, boa quinta-feira e até mais.

Dia do Cinéfilo Inútil. um viva a (in)utilidade dos cinéfilos.




terça-feira, 25 de agosto de 2009

Crítica do longa policial Control, com Ray Loitta


Várzea Grande-MT, 25 de Agosto de 2009. 04:54AM...

...E mais um post inútil.

Antes de iniciar o próximo capítulo do quadro “Bom e Descartável”, deixo meus agradecimentos a querida camarada Gema do blog “Os Filmes da Gema”. Mais um presente joia com o intuito principal de incentivar as postagens semanais. Tambem sei que preciso repassar o selo para mais cinco colegas colegas blogueiros. Essa é minha lista (sem ordem de preferência):

Cecília, do Cenas de Cinema
Weiner, da pagina A Grande Arte
Cleber, do Clubcinéfilo
Ibertson, do Cinema para Todos
Wally, do Cinevita


continuando...


Bom e Descartável

ed. 002

Control (idem, 2004). dir: Tim Hunter.

Devo ter dito no blog no blog que gosto muito dos trabalhos de Ray Liotta, independente da qualidade do filme em si. Com certo receio, conferi Control, até porque mesmo com o bom cast (Willem Dafoe, Stephen Rea e Michelle Rodriguez). Não me agradava a sinopse do titulo. Aproveitando um ponto discursivo do clássico Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, 1971), Control narra o processo de “desintoxicação” de Lee Ray (Liotta), um criminoso de alta periculosidade, submetido a um tratamento quimico como intuito da retirada de seus instintos assassinos. Tal processo é acompanhado pelo criador do medicamento, Dr. Michael Copeland (Dafoe). Após os primeiros resultados iniciais positivos, Lee é transferido até uma casa para viver junto da sociedade, porem, com os passos sempre vigiados por seguranças.

Alem de recolocar em dia o ditado “bandido bom é bandido morto”, por incrível que possa parecer, Control não soa repetitivo. Uma boa surpresa.

ficha do filme no IMDB clicando aqui





Volto em breve para mais comentários. Boa terça-feira a todos, um abraço e até mais.

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sábado, 22 de agosto de 2009

O Assassinato de Jesse James pelo covarde Roger Ford


Várzea Grande-MT, 22 de Agosto de 2009. 10:36AM...


...E mais um post inútil.


De volta, com mais uma edição de um bom quadro do site.


Parentes do Supercine
ed. n° 003

Invasão de Privacidade (Sliver, 1993). dir: Philip Noyce.



Mais um que tiro de minha lista da vergonha. Pode-se afirmar que esse suspense de grande sucesso lançado nos anos 90 seja uma das muitas influências dos famigerados Reality Shows. Mesmo com argumento fraco, o excelente Philip Noyce consegue extrair boas sacadas, muito auxiliado pelo trabalho do notável cinematógrafo Vilmos Zsigmond (Oscar de melhor fotografia em 1978 por Contatos Imediatos do 3° Grau). Uma série de assassinatos coincidem com a chegada de uma nova moradora, Carly (Sharon Stone). Pouco tempo depois, essa inicia um ardente romance com o proprietário do edifício, um rapaz misterioso chamado Zeke – esse, para satisfazer sua sede de voyeurismo, instala centenas de câmeras escondidas em cada um dos apartamentos do local. Mesmo desconfiada, Carly ignora as advertências de um conhecido que diz ter provas acerca do caráter duvidoso de Zeke.
Sharon Stone, embalada no sucesso de Instinto Selvagem(1992) mantém a boa forma (literalmente) no filme, neutralizando a presença do aparvalhado William Baldwin. Não deixa de ser um tema interessante, mesmo com o mal aproveitamento do enredo.



Enquanto escrevia este texto, assistia a trechos do subestimado O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Roger Ford (The Assassination of Jesse James by the Coward Roger Ford, 2007). talvez a excessiva metragem tenha sido a causa-mor da relativa decepção gerada na época do lançamento. Pontuado por uma simples e bela trilha sonora, juntamente com a estupenda fotografia do veterano Roger Deakins (parceiro de trabalho dos irmãos Coen), o longa narra os últimos meses de vida do lendário assaltante Jesse Woodson James, procurado em vários estados norte-americanos na segunda metade do seculo XIX, e sua relação delicada com o jovem Roger Ford. Mesmo levando uma vida na ilegalidade, Jesse era visto com certo fascinio por muitos em virtude de sua destreza e inteligencia para escapar das mãos da justiça. Roger Ford era uma espécie de antítese do herói: tímido, inseguro, insignificante.
O clima de crescente melancolia, empregado pelo diretor Andrew Dominik (Chopper, 2000) da certa originalidade ao filme. Brad Pitt compõe com honestidade e descrição o papel do notável fora-da-lei, mas é Casey Affleck (indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por esse trabalho) que brilha em cena ao dar o tom necessário para o curioso Roger Ford. Merece ser visto e revisto.
Trailer





volto em breve para mais comentários. Bom fim-de-semana a todos, um abraço e até mais.

Dia do Cinéfilo Inútil: um viva a (in)utilidade dos cinéfilos





domingo, 16 de agosto de 2009

Julho, Vicky Cristina, 23 Filmes e The Pacific

Várzea Grande-MT, 16 de Agosto de 2009. 11:35AM...



...E mais um post inútil.



Antes tarde que nunca: apresento-lhes minha lista de filmes vistos no mês de julho. Foram 23 conferidos, sendo tres revisões. Entre os revistos, destaco Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, 1968), fita-referencial à ficção-científica-apocalíptica. Muitos foram os elogios ao novo de Woody Allen, Vicky Cristina Barcelona (idem, 2008). frases do tipo “o melhor do diretor dos últimos anos” , ou coisa semelhante – algo que discordo plenamente.


Curiosidade inútil: perdi a conta da quantidade de clientes que queriam quebrar o disco na minha cabeça devido ao tom “liberal” do enredo.


Destaco tambem o bom Gran Torino (idem, 2008), com Clint Eastwood no papel de um idoso preconceituoso que se aproxima de uma problemática familia asiática. Por fim, incluo na categoria Esquecíveis, inúteis e afins a aventura Perdido pra Cachorro (Beverly Hills Chihuahua, 2008) e as comedia romanticas Amigos, Amigos, Mulheres a Parte(My Best Friend's Girl, 2008) e Mulheres: O Sexo Forte (The Women, 2008).


Cine Jeniss Walker

Julho-2009



O Roqueiro (The Rocker, 2008). Dir: Peter Cattaneo.

Nota: 7.0


Paixão Suicida (Wristcutters: A Love Story, 2006). Dir: Goran Dukic.

Nota: 6.5


Atraídos Pela Fama (The Deal, 2008). Dir: Steve Schachter.

Nota: 5.5


*Crepúsculo (Twilight, 2008). Dir: Catherine Hardwicke.

Nota: 6.5

Regras do Amor (Jack And Jill vs The World, 2008). Dir: Vanessa Parise

Nota: 5.5


As Duas Faces da Lei (Righteous Kill, 2008). Dir: Jon Avnet

Nota:6.0


A Passagem (The Passage, 2007). Dir: Mark Heller

Nota: 5.5


A Jogada (Blackslash, 2006). Dir: David Chameides

Nota: 2.0


*O Feitiço de Áquila (Ladyhawke, 1985). Dir: Richard Donner

Nota: 8.0


Carga Explosiva III (Transporter III, 2008). Dir: Olivier Megaton.

Nota: 6.5


Um Segredo Entre Nós (Fireflies in the Garden, 2008). Dir: Dennis Lee

Nota: 6.0


O Rebelde (Dong Mau Anh Hung, 2008). Dir: Truc ‘Charlie’ Nguyen

Nota: 5.5


Colegiais em Apuros (College, 2008). Dir: David Codron

Nota: 6.5


Perdido pra Cachorro (Beverly Hills Chihuahua). Dir: Raja Gosnell.

Nota: 5.5


O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still, 2008). Dir: Scott Derrickson.

Nota: 6.0


Amigos, Amigos, Mulheres a Parte (My Best Friend’s Girl, 2008). Dir: Howard Deutch

Nota: 6.0


Ellie Parker (idem, 2004). Dir: Scott Coffey

Nota: 6.5


Mulheres: O Sexo Forte (The Women, 2008). Dir: Diane English

Nota: 5.5


*Planeta dos Macacos (Planet of the Apes, 1968). Dir: Franklin J. Schaffner.

Nota: 9.5





eis os destaques do mês:



Os Estranhos (The Strangers, 2008). Dir: Brian Bertino.

Nota: 8.0

trailer

Coraline e o Mundo Secreto (Coraline, 2009). Dir: Henry Selick.

Nota: 8.0


trailer

Gran Torino (idem, 2008). Dir: Clint Eastwood.

Nota: 8.0

trailer

Vicky Cristina Barcelona (idem, 2008). Dir: Woody Allen.

Nota: 7.5

trailer


conferi ontem o trailer da minissérie The Pacific, produzida por Steve Spielberg e Tom Hanks. lembra bastante Band of Brothers, tanto pelo tema quanto pela estética. de qualquer forma, é fato que será um dos grandes atrativos da TV para o ano que vem.


trailer clicando aqui



volto em uma nova oportunidade para mais comentários. Boa semana a todos, um abraço e até mais.



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sábado, 15 de agosto de 2009

De Olho, Os Estranhos, Keanu Reeves e Klaatu

Várzea Grande-MT, 15 de Agosto de 2009. 00:58AM...


...E mais um post inútil...

Antes da última parte do especial Novos e (in)úteis em DVD, agradeço ao camarada Nespoli, do ótimo O Cara da Locadora, pelo selo de qualidade. Mais uma vez, repito que o ritmo de postagens ainda deixa a desejar, mas, como todos sabem, nos últimos meses, minha prioridade é a preparação no novo vestibular. De qualquer forma, antes postar poucas vezes por semana que abandonar os trabalhos. Feito os agradecimentos, repassarei o selo para outros quatro camaradas cinéfilos blogueiros.



Bit Of Everything, por Kau Oliveira: de volta, com novo layout e sempre com boas analises de estreias nos cinemas, novos e antigos em DVD, além de alguns drops sobre grandes seriados. De bom gosto.


Tomada 7, por Altieres Bruno: gosto das criticas sobre lançamentos em DVD. Um blog sempre atualizado e com bons comentários.


Cinema is My Life, por Fifeco: com destaque para críticas de grandes clássicos do cinema. Obrigatório.


A Grande Arte, por Weiner: mais um excelente blog que enfatiza sucessos de décadas passadas.


A seguir...



Novos e (in)Úteis em DVD.


1.4

Rara são as oportunidades de se assistir a um exemplar digno do cinema de horror dos anos 60/70. luz, sombra e principalmente som: alguns anos atras, tais itens eram mais que suficientes em uma historia com personagens absortos num clima de paranoia continua. No sufocante Os Estranhos (The Strangers, 2008), de Brian Bertino (de olho nesse cineasta), um casal em crise começa a ser incomodado por três pessoas mascaradas durante a madrugada. Não ajuda o fato da casa estar longe da cidade.

Inspirado em fatos reais, o longa traz ao espectador a oportunidade de analisar os bizarros “Crimes sem causa”. Alem dos pouquíssimos diálogos e da curta duração, em certos momentos Os Estranhos passa uma sensação de algo irreal. Uma grata surpresa.


trailer


1.5

O Dia em Que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still, 2008)


Fecho o especial com um remake recém-chegado no varejo.


Sabe lá onde arranjaram justificativa para refilmar o classico da ficção-científica de 1951, dirigido por Robert Wise (O Enigma de Andrômeda, 1971). após um pouso super tubulento, o alienígena Klaatu (Keanu Reeves) coloca em prática sua missão: alertar lideranças mundiais para que revejam suas diferenças em prol de uma iminente crise global.. com as reivindicações não aceitas, Klaatu acredita em metodos nada amigáveis para reorganização do planeta. Cabe a uma cientista (Jennifer Connely) convencer o alien do contrário.

Nem mesmo os excelente efeitos visuais (gostei do novo formato da nave) contribuem para a desastrosa reinvenção dessa conhecida historia. Não foi la muito feliz a nova caracterização de Klaatu – de pacifista na 1° versão para o frio e truculento da nova -; ou seria o tom bobo e antiquado do enredo, infestado de diálogos pré-prontos? De qualquer forma, assista por curiosidade.

trailer



Volto em breve para mais comentários. Bom fim de semana a todo, um abraço e até mais.


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domingo, 9 de agosto de 2009

Crítica dos policiais As Duas Faces da Lei e Revolver


Várzea Grande-MT, 09 de Agosto de 2009. 02:48PM...

...E mais um post inútil...



Retorno aos afazeres após alguns dias sem internet. Logo mais, passo a 2° e 3° parte do especial que havia começado (novos e inúteis em DVD). No decorrer da semana, comentarei um pouco sobre o corrido mês de julho.


Uns dois meses atras, eu e mais dois colegas elaboramos a formação de um grupo de estudo, com o objetivo de recrutar os melhores alunos da sala em uma disciplina. Após o almoço, todos interessados se reúnem na biblioteca estadual para debater sobre cada uma das quatro disciplinas exigidas no novo vestibular. Lidero as aulas de reforço das disciplinas Historia e Geopolítica, dada certa facilidade que tenho com o assunto. Entre os tópicos admito ter um imenso fascínio pela Idade Média – pejorativamente citado por muitos como “idade das trevas” ou “1000 anos de atraso”, expressão muito usada por renascentistas e iluministas. O mais curioso de tudo é que certamente tais detratores dificilmente revalorizariam a antiguidade clássica não fosse o trabalho de organização e conservação de monges copistas. Com a mudança no método de ingresso das faculdades, caso minha nota não seja satisfatória para algum curso de Comunicação Social, insiro meu nome no instituto de Ciências Humanas e Sociais (Historia). A seguir, mais um capítulo do especial.



Novos e (in)uteis em DVD.

1.2

As Duas Faces da Lei (Righteous Kill, 2008).

Não há muito a comentar sobre As Duas Faces da Lei (Righteous Kill, 2008), policial que marca o retorno da dobradinha oscarizada De Robert de Niro/Al Pacino. Sem grandes novidade , o longa de Jon Avnet (88 Minutos, 2007) mostra uma investigação acerca de um “serial killer do bem”. De início, a única pista disponível aos parceiros de trabalho Thomas Cowan (De Niro) e David Fisk (Pacino) são poemas junto dos cadáveres que vão se acumulando com o passar dos dias.

Não fosse a boa escolha do elenco (Carla Gugino, Brian Dennehy, John Leguizamo e até 50 Cent), As Duas Faces passaria completamente batido da atenção do público. Loque-o em um dia promocional.




1.3

Revolver (idem, 2005).

Da filmografia do talentoso Guy Ritchie, Revolver sem dúvida é a mais estranha de todas as fitas. Curioso, pois dessa vez, não há dificuldades em compreender o enredo. Que se habitou com o diretor/roteirista sabe do que falo: violência, Humor negro, muitos e muitos coadjuvantes e, em especial, um bocado de sub-tramas. Revolver foca a ação em dois excentricos criminosos: Jake (Jason Stathan, em mais uma colaboração), recém-saído da prisão, disposto a dar o troco no responsável por sua longa estadia na cadeia, o mafioso Macha, imponente gangster fã de cuecas medonhas. No meio disso esta lord John, mercenário pronto para servir aquele que lhe for mais interessante.
Só o fato de ter Ray Liotta novamente interpretando um “capo” e Stathan no papel de um neurótico enxadrista já é motivo suficiente para uma conferida.



Volto em breve para mais comentários. Um abraço a todos, boa semana e até mais.

Dia do Cinéfilo inútil. Um viva a (in)utilidade dos cinéfilos.













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